Por coincidência vi dois filmes americanos na semana que passou: Amor sem escalas e O Mensageiro, o de Oren Moverman, indicados ao Oscar.
Ambos apresentam uma crítica contundente do sistema social americano e ambos chegam à mesma conclusão: ninguém pode ser feliz sozinho... Não?
Amor sem escalas centra sua crítica na frieza empresarial, fantasiada de gestão de pessoas, enquanto O Mensageiro, na frieza da guerra, pura e simples, sem mostrar guerra.
Apesar dos pesares (o moralismo implícito), os filmes, além de mostrar aos mais deslumbrados com o American Way of Life ao menos parte da realidade vivida pela maioria de sua população (muitos mais em o Mensageiro) nos faz lembrar o óbvio ululante,que sempre deve ser lembrado, que por trás dos fatos, das notícias, há seres humano como nós.
Não são obras primas, mas como concluiu a amiga que viu o segundo filme comigo:
"Tudo vale a pena, se a alma não é pequena"
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