Mas fazer o que? Essa é a nossa realidade, nossos sofrimentos e nossos sentimentos.
Se os desprezamos, como manter o sentimento, a solidariedade com o sofrimento alheio?
Não nos tornaríamos simples armaduras impenetráveis?
É claro, que isso não obscurece nossa consciência social, quando a temos.
Nem tampouco a nossa capacidade de luta.
As alegrias, as comemorações, as tristezas, as decepções de cada um, a cada um compete.
A consciência do males que afetam a humanidade estão em outra esfera.
Assim, vou deixar aqui o vídeo que fiz em homenagem ao meu amigo querido, que durante quase 13 anos alegrou minha vida e tornou-se parte insubstituível dela... saudade, Ronito...
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